Bye bye, baby

Olá pessoas queridas que ainda continuam seguindo esse tumblr mesmo com o meu total descaso para com o espaço. Bem, como minha vida foi uma completa bagunça no ano que passou, acabei deixando o Cineverité de lado mesmo, sem tempo pra atualizar os 100 e poucos filmes que faltaram pra comentar por aqui. Como esse ano possivelmente seja mais bagunçado que o anterior, resolvi levar as atividades que fazia aqui pro meu tumblr pessoal: http://lookinbackon99.tumblr.com/ . Começando o ano do zero. E tem ainda mais algumas coisinhas por lá. Enfim, estou vivo por lá amando e odiando filmes. Um beijo pra vocês e até algum dia. 

melindros asked: Oi, descobri este tumblr hj e adorei. Você já assistiu ao Filme "Ferrugem e Osso"? É fantástico.

Agradecido mesmo por você ter gostado daqui.

Tá bem desatualizado, não ando tendo tempo pra botar os comentários em dia. Mas hora ou outra dou um pulinho aqui. 

Já vi Ferrugem e Osso sim, no começo desse ano. Estranhei um pouco essa vibe puxada pelo melodrama que a história tem, tava acostumado com os filmes de máfia do Audiard. De Tanto Bater Meu Coração Parou e O Profeta (os dois filmes anteriores dele) são maravilhosos também. 

Longe de discordar que Círculo de Fogo não esteja um passo à frente de praticamente toda a produção de grande escala de Hollywood, principalmente quando comparamos com a péssima série Transformers, principalmente porque aqui a história não é um artifício pra uma série de efeitos mirabolantes, mas confesso que o filme do mexicano Guillermo del Toro não me capturou em nenhum momento. Talvez me falte as referências aos mangás e games quais ele busca sua essência, mas não divido a nostalgia dos amantes da obra.
Círculo de Fogo (Pacific Rim) - Guillermo del Toro, Estados Unidos, 2013.
[3/5]

Longe de discordar que Círculo de Fogo não esteja um passo à frente de praticamente toda a produção de grande escala de Hollywood, principalmente quando comparamos com a péssima série Transformers, principalmente porque aqui a história não é um artifício pra uma série de efeitos mirabolantes, mas confesso que o filme do mexicano Guillermo del Toro não me capturou em nenhum momento. Talvez me falte as referências aos mangás e games quais ele busca sua essência, mas não divido a nostalgia dos amantes da obra.

Círculo de Fogo (Pacific Rim) - Guillermo del Toro, Estados Unidos, 2013.

[3/5]

Permanecendo até hoje como um dos maiores clássicos de ‘coming of age movies’, a adaptação de Conta Comigo ainda resguarda um caráter anárquico, cômico e afetivo da produção cinematográfica dos anos oitenta que pouco se vê nos filmes pensados pro público teen de hoje em dia.
Conta Comigo (Stand by Me) - Rob Reiner, Estados Unidos, 1986.
[4/5]

Permanecendo até hoje como um dos maiores clássicos de ‘coming of age movies’, a adaptação de Conta Comigo ainda resguarda um caráter anárquico, cômico e afetivo da produção cinematográfica dos anos oitenta que pouco se vê nos filmes pensados pro público teen de hoje em dia.

Conta Comigo (Stand by Me) - Rob Reiner, Estados Unidos, 1986.

[4/5]

Chega ser broxante ver Zack Snyder se metendo nessa adaptação pretensamente séria do Superman, no pior estilo irmãos Nolan em dar um ar meio adulto, meio cristão meio explosivo (até demais) - tudo meio, nada por inteiro - pra um dos maiores ícones dos quadrinhos. Já não tivemos isso de sobra na trilogia Batman? Principalmente depois de Snyder ter realizado Sucker Punch, um achado pop, criativo e insano, que pouco tem espaço na asséptica indústria hollywoodiana. Se for pra tirar algo de bom, Henry Cavill é de longe o melhor ator a vestir o uniforme vermelho e azul em tempos. Mas para por ai… .
O Homem de Aço (Man Of Steel) - Zack Snyder, Estados Unidos/Canadá/Reino Unido, 2013.
[2/5]

Chega ser broxante ver Zack Snyder se metendo nessa adaptação pretensamente séria do Superman, no pior estilo irmãos Nolan em dar um ar meio adulto, meio cristão meio explosivo (até demais) - tudo meio, nada por inteiro - pra um dos maiores ícones dos quadrinhos. Já não tivemos isso de sobra na trilogia Batman? Principalmente depois de Snyder ter realizado Sucker Punch, um achado pop, criativo e insano, que pouco tem espaço na asséptica indústria hollywoodiana. Se for pra tirar algo de bom, Henry Cavill é de longe o melhor ator a vestir o uniforme vermelho e azul em tempos. Mas para por ai… .

O Homem de Aço (Man Of Steel) - Zack Snyder, Estados Unidos/Canadá/Reino Unido, 2013.

[2/5]

Espécie de plágio de si mesmo, Amor Pleno é uma obra que já nasceu morta. Terrence Malick erra a mão num filme sobre a dimensão do amor e da vida e de etc. que nada agrega a reflexão sobre o humano deixada em A Árvore da Vida. Da redundância do conceito ao auto-plágio de imagens pretensamente oníricas, nada funciona nesse pastiche poético.  
Amor Pleno (To The Wonder) - Terrence Malick, Estados Unidos, 2012.
[1/5]

Espécie de plágio de si mesmo, Amor Pleno é uma obra que já nasceu morta. Terrence Malick erra a mão num filme sobre a dimensão do amor e da vida e de etc. que nada agrega a reflexão sobre o humano deixada em A Árvore da Vida. Da redundância do conceito ao auto-plágio de imagens pretensamente oníricas, nada funciona nesse pastiche poético.  

Amor Pleno (To The Wonder) - Terrence Malick, Estados Unidos, 2012.

[1/5]

Tentando apagar a péssima imagem que o primeiro spinoff de Wolverine deixou à saga do personagem, as escolhas de direção do James Mangold são de certa maneira até arriscadas. É curioso ver uma adaptação de HQ pra um grande público sendo tão violento. Pena que todas as boas intenções se esvaem no roteiro asséptico e pouco tratado. Hugh Jackman ainda faz o que pode na pele de um personagem que ele ajudou a eternizar, mas é fácil esquecer o filme assim que caem os créditos. Vale mais pela ótima surpresa no pós-crédito, que diz muito sobre o futuro dos X-Men no cinema. 
Wolverine: Imortal (The Wolverine) - James Mangold, Estados Unidos/Austrália, 2013.
[3/5]

Tentando apagar a péssima imagem que o primeiro spinoff de Wolverine deixou à saga do personagem, as escolhas de direção do James Mangold são de certa maneira até arriscadas. É curioso ver uma adaptação de HQ pra um grande público sendo tão violento. Pena que todas as boas intenções se esvaem no roteiro asséptico e pouco tratado. Hugh Jackman ainda faz o que pode na pele de um personagem que ele ajudou a eternizar, mas é fácil esquecer o filme assim que caem os créditos. Vale mais pela ótima surpresa no pós-crédito, que diz muito sobre o futuro dos X-Men no cinema. 

Wolverine: Imortal (The Wolverine) - James Mangold, Estados Unidos/Austrália, 2013.

[3/5]

Certamente um dos filmes mais subestimados e injustiçados dos últimos anos, Fim dos Tempos é um terror com toques de filme B, mas ligado na estética e nos temas do cinema contemporâneo. Impossível não relacionar sua narrativa afrouxada e parcialmente desdramatizada, ou mesmo as dicotomias que perpassam a estória, o conflito do homem x natureza talvez seja o mais evidente, com o que gente como Apichatpong Weerasethakul fez na década passada.
Fim dos Tempos (The Happening) - M. Night Shyamalan, Estados Unidos/Índia/França, 2008.
[4/5]

Certamente um dos filmes mais subestimados e injustiçados dos últimos anos, Fim dos Tempos é um terror com toques de filme B, mas ligado na estética e nos temas do cinema contemporâneo. Impossível não relacionar sua narrativa afrouxada e parcialmente desdramatizada, ou mesmo as dicotomias que perpassam a estória, o conflito do homem x natureza talvez seja o mais evidente, com o que gente como Apichatpong Weerasethakul fez na década passada.

Fim dos Tempos (The Happening) - M. Night Shyamalan, Estados Unidos/Índia/França, 2008.

[4/5]

Dois anos depois de Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte 2, capítulo final da saga do bruxo no cinema, ter chegado às telas, Hogwarts e seus personagens provam o seu valor além do hype e continuam deixando um buraco nas nossas vidas.
Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte 2 (Harry Potter and the Deathly Hallows - part 2) - David Yates, Estados Unidos/Reino Unido, 2011.
[4/5] 

Dois anos depois de Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte 2, capítulo final da saga do bruxo no cinema, ter chegado às telas, Hogwarts e seus personagens provam o seu valor além do hype e continuam deixando um buraco nas nossas vidas.

Harry Potter e as Relíquias da Morte - parte 2 (Harry Potter and the Deathly Hallows - part 2) - David Yates, Estados Unidos/Reino Unido, 2011.

[4/5] 

Mesmo com um discurso da hipervalorização do novo sobre o velho ou mesmo o sentimento de nostalgia que perpassa toda essa brincadeira que é Rebobine, Por Favor, o longa do Michel Gondry me soa mais como uma dessas comédias que querem ser espertas e sutis, com um enredo levemente fantasioso, que só agrada mesmo o público de sempre do diretor francês. Pra mim, uma risada de canto tímida aqui e ali, e só.
Rebobine, Por Favor (Be Kind Rewind) - Michel Gondry, Estados Unidos/Reino Unido, 2008.
[3/5]

Mesmo com um discurso da hipervalorização do novo sobre o velho ou mesmo o sentimento de nostalgia que perpassa toda essa brincadeira que é Rebobine, Por Favor, o longa do Michel Gondry me soa mais como uma dessas comédias que querem ser espertas e sutis, com um enredo levemente fantasioso, que só agrada mesmo o público de sempre do diretor francês. Pra mim, uma risada de canto tímida aqui e ali, e só.

Rebobine, Por Favor (Be Kind Rewind) - Michel Gondry, Estados Unidos/Reino Unido, 2008.

[3/5]

Um blog com as impressões ligeiras sobre os filmes que vejo.