Os signos estão todos lá, assim como o elenco que costuma aparecer em todos os seus filmes e o fetiche pela Nouvelle Vague também. A Bela Junie, adaptação livre do romance La Princesse de Clèves da Madame de La Fayette, é aparentemente um típico filme do diretor bretão Christophe Honoré, mas só no superficial. O francês nessa empreitada parece, entre muitas coisas, ter ligado o automático. O filme não empolga, não tem charme, os atores passam indiferentes pela tela, cheira a preguiça. Fica estagnada numa linha estranha entre a sobriedade de Em Paris e o excesso visual encantador de Canções de Amor; não sendo nenhum, nem outro. É médio e sem viço. 
A Bela Junie (La Belle Personne) - Christophe Honoré, França, 2008
[2/5]

Os signos estão todos lá, assim como o elenco que costuma aparecer em todos os seus filmes e o fetiche pela Nouvelle Vague também. A Bela Junie, adaptação livre do romance La Princesse de Clèves da Madame de La Fayette, é aparentemente um típico filme do diretor bretão Christophe Honoré, mas só no superficial. O francês nessa empreitada parece, entre muitas coisas, ter ligado o automático. O filme não empolga, não tem charme, os atores passam indiferentes pela tela, cheira a preguiça. Fica estagnada numa linha estranha entre a sobriedade de Em Paris e o excesso visual encantador de Canções de Amor; não sendo nenhum, nem outro. É médio e sem viço. 

A Bela Junie (La Belle Personne) - Christophe Honoré, França, 2008

[2/5]